segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Os 4 erros no currículo que mais irritam os recrutadores


Pesquisa da Qualitá-RH revela os detalhes que mais prejudicam a avaliação de um currículo pelos recrutadores brasileiros. Veja como evitá-los.

“Grande parte vem com um design todo embolado, várias informações cruciais faltando, ou então detalhes excessivos”,  diz Hélio Carvalho, sócio-diretor da consultoria Qualitá-RH. O nível da maioria costuma ser tão ruim que “chega a dar desânimo”, nas palavras do recrutador.

Os mais prejudicados, no entanto, são os próprios profissionais. Mesmo aqueles que têm uma trajetória impecável e seriam perfeitos para uma determinada vaga não serão sequer considerados pelos avaliadores se não fizerem um currículo de qualidade.

Para ajudar candidatos a se apresentarem ao mercado de forma mais eficiente, a Qualitá-RH entrevistou cerca de 230 recrutadores de nível sênior sobre qual seria o modelo ideal de um currículo.

Os resultados trazem alguns erros considerados imperdoáveis pelos headhunters. Confira os principais a seguir:

Resultado de imagem para curriculum1) Não incluir o campo “Objetivo profissional”

A função pretendida é considerada uma informação essencial para a triagem de currículos na visão de 71,2% dos entrevistados pela Qualitá-RH. Afinal, esse é o primeiro indicador que o recrutador levará em conta para decidir se deve continuar lendo o CV ou não.

Sem indicar seu objetivo profissional, o candidato dá a entender que está disposto a qualquer aventura só para ter um salário no fim do mês. “É importante fazer um currículo adaptado para cada vaga pretendida, e não um único documento que sirva para qualquer oportunidade”, orienta Carvalho. 

É importante ser direto, específico e sucinto. Não vale se apresentar, por exemplo, como possível “assistente/analista/supervisor/coordenador financeiro”, na ilusão de abrir mais chances de se encaixar nas necessidades do contratante. Se você pretende atuar como coordenador financeiro no seu próximo emprego, escreva apenas isso no objetivo profissional. 

2) Incluir (ou omitir) o campo “Resumo”

Escrever uma síntese da sua trajetória profissional até agora não é errado — mas a pertinência dessa informação pode variar conforme o seu grau de senioridade na carreira.

Em um currículo de nível operacional, o resumo é considerado relevante por 54,4% dos recrutadores, e visto como desnecessário por 45,5%. A avaliação muda drasticamente quando cargo é de média ou alta gestão: 89,7% consideram o campo necessário e apenas 10,9% o julgam irrelevante.

É fácil entender essa distinção. Só há necessidade de resumir carreiras longas; as trajetórias que ainda são curtas não precisam de síntese. “Para um profissional de nível júnior, o resumo acaba sendo redundante”, explica Carvalho. Os dados principais podem ser facilmente apreendidos com um olhar rápido sobre sua trajetória profissional.

Já o candidato de nível sênior precisa escrever duas ou três linhas rápidas sobre si mesmo — ou obrigará o recrutador a ler todo o currículo à procura de informações básicas sobre ele.

3) Escrever tudo em texto corrido, ou tudo em tópicos

A diagramação e até as fontes que você escolhe para o seu CV têm um impacto surpreendente sobre sua atratividade. O princípio geral que deve reger a composição do documento é a simplicidade: cores sóbrias, fontes clássicas e um espaçamento confortável entre linhas e parágrafos.

Também é importante criar diferenciação visual entre cada tipo de informação. Além de usar o negrito para títulos, por exemplo, é interessante intercalar textos corridos e listas de tópicos. A preferência de 58,5% dos entrevistados pela Qualitá-RH é por resumos na forma de um parágrafo. Já as experiências profissionais devem vir como uma lista de itens, segundo 81,2%.

De acordo com Carvalho, formatar seu histórico profissional em forma de tópicos ajuda a tornar a leitura mais dinâmica. No entanto, é melhor escrever o resumo na forma de um pequeno texto. “Se você fizer tudo no formato de tópicos, o layout fica muito cansativo e repetitivo”, explica ele. 

4) Anexar uma carta de apresentação

Nada menos que 84,5% dos entrevistados consideram desnecessário escrever uma redação sobre si mesmo e enviá-la como complemento ao currículo.

“A carta de apresentação costuma vir como um 2º anexo no e-mail, o que nos faz perder ainda mais tempo”, explica o diretor da Qualitá-RH. 

“Além disso, costuma incluir autoelogios que não acrescentam nada para quem está recrutando”.

A dica do especialista é esperar a entrevista presencial para falar mais sobre seus valores e expectativas. Além de desnecessário, adiantá-las em formato de texto exclui a possibilidade de explorar outros recursos de comunicação para persuadir e conquistar o avaliador, tais como tom de voz e linguagem corporal.


Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/os-4-erros-no-curriculo-que-mais-irritam-os-recrutadores/

domingo, 22 de novembro de 2015

META....O QUE É ISSO?

Assunto que muitos Gerentes acham básico, incrivelmente também é assunto conhecido por menos de 18% deles na prática.

Segundo o consultor de empresas Wendell Carvalho, ao serem questionados, os gestores respondem muito vagamente sobre este assunto. Muitos não tem noção de como responder a perguntas como: Como você saberá se dominou mercado até 2016? Como vai saber se melhorou o atendimento ao cliente? Melhorou em quanto? Quem vai te dizer se você virou referência no mercado onde atua?

Muitos gestores não sabem distinguir meta de Objetivos.

Uma meta dever ser baseada em 3 pontos : Objetivo gerencial, é um estado desejado onde a organização ou a pessoa gostaria de estar. É uma imagem de futuro.É uma conceito mais amplo da meta. Exemplo: "melhorar o atendimento aos nossos clientes é nosso objetivo"; Valor a ser atingido, também visão do futuro, porém definido em quantidade (valores) Ex:. Atender melhor o cliente. "Show de bola..." mas o que será feito especificamente para atingir esse objetivo? Como vamos saber se estamos atendendo melhor nossos clientes? Quando falo melhor estou me referindo a melhor quanto?

Quando pensamos de forma mais objetiva começamos a pensar na meta; e por último prazo para realização, o que converge para tempo, quando e como. 



Para cada objetivo podem existir várias metas e isso é bom, porém as pesquisas da Franklin Covey mostra que empresas que tem mais do que 3 Metas Crucialmente Importante tem muita dificuldade em atingi-las, ou seja, não crie muitas metas, pois ninguém saberá quais metas deve atingir.

O objetivo ainda é atender melhor nossos clientes, porém a meta é algo mais real, próximo, quase tangível, capaz de envolver muitas pessoas da empresa.

O objetivo ainda é atender melhor nossos clientes, porém a meta é algo mais real, próximo, quase tangível, capaz de envolver muitas pessoas da empresa, sistemas e relatórios. 

A meta será o balizador de nosso sucesso. Ela vai mostrar se atingimos ou não parte do objetivo. Podemos dizer então que para atingirmos um objetivo temos que atingir uma ou mais metas.

Espero que tenham gostado.
Juca - Administrador de Empresas, Consultor e palestrante. 



quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Geração perdida ou estagnada?




Com os anos tenho observado o nível educacional e profissional Brasileiro e em especial de minha terra, a Bahia de uma maneira geral. 

Não sou dono de uma verdade absoluta, posso estar até errado, mas é o que observo.

A pessoa passa o ano todo sem absolutamente nada, não vê jornal, não lê revistas de atualidades, anda em todas as festas possíveis todo final de semana (Psirico, Bailão do Robsão....dentre outras mais diversas), só anda em boate.
Se você perguntar o que está acontecendo no país não sai uma frase inteira.....e quer passar no ENEM......

Infelizmente nosso nível de informação profissional é muito baixo, o que inevitavelmente os força a trabalhar "ao nível" que lhe apetece!

Na Bahia temos muitos empregos, "muitas vagas"......atendente, operador de caixa, vendedor de loja ( que não ganha nada) , vendedor de bala, carregador, vendedor de picolé, balconista, ajudante de pedreiro, sacoleiro...dentre outros mais que não exigem nada mais nada menos  que um "mero" nível médio. Nem curso técnico, que hoje é uma ótima oportunidade profissional.

O problema é que não há vontade de sair de "onde" está, buscar conhecimento, até porque estamos tratando de uma geração que quer tudo para "ontem"  até dinheiro, menos ler, desenvolver, estudar!!!!

Se você pergunta qual o show da semana que vem, a resposta vem rápido, mas se perguntar qual a "importância" da mídia para a sociedade... não sai um "a".

Procura-se mais saber o que se passa no BBB, na novela do que sobre o país de fato, apesar do acesso a tecnologia sem muito maior do que a 10 anos, não há uma procura de "informação" de fato.Claro que levando em consideração que a internet é também um meio de entretenimento. 

Falta também mais incentivo das outras "gerações".

Uma pena, pois temos uma geração cheia de vida e vontade de viver! 

Abraços do Juca.

Administrador de Empresas 

domingo, 15 de junho de 2014

Gestão de Pessoas é uma das maiores dificuldades das empresas

Gestão de Pessoas é uma das maiores dificuldades das empresas
Um dos maiores desafios atuais na administração das empresas é a gestão de pessoas. Essa área vem sofrendo alterações importantes devido às novas exigências das organizações. Afinal, se as formas de produção e dos processos de trabalho mudam, deve-se, da mesma forma, modificar-se a forma de contratar, de reter, de remunerar, de capacitar e de desenvolver as pessoas.

Nesse contexto, a área expande-se, pois as pessoas deixam de ser o problema das organizações e passam a ser a solução dos problemas organizacionais. Entretanto, quanto mais cresce a área de Recursos Humanos maior serão suas dificuldades.



Os desafios são permanentes: sobra mão de obra, mas falta talento. A dificuldade é enorme em encontrar candidatos preparados para assumir vagas abertas, logo a rotatividade assusta os empregadores, funcionários pouco comprometidos com as metas de produção, líderes são escolhidos sem competência técnica e comportamental necessária para assumir a função.

A maioria das empresas está propensa a passar por esses tipos de problemas, simplesmente porque não possuem a cultura de gestão de pessoas. O trabalho de recursos humanos vai além de contratar e demitir. Atualmente, é função desta área encontrar métricas e soluções que possam melhorar a produtividade da empresa e a qualidade de vida de seus colaboradores, proporcionando um ambiente de trabalho adequado para o relacionamento saudável entre chefes e subordinados. Esta capacidade é muito pouco desenvolvida hoje nos gestores atuais e isso é grave.

Infelizmente a deficiência dos gestores neste sentido gera perda de talentos. Sendo demitidos ou pedindo para ir embora.

Fonte : http://www.quantumassessment.com.br/

Abraços JUCA! 

sábado, 15 de março de 2014

PARA TREINAR, O PRIMEIRO PASSO É CRIAR INTERESSE.



As organizações não precisam de quem lhes diga como lhe dar um feedback...e sim lhes diagnosticar porque este não é feito.

No mesmo caminho, é preciso criar interesse e um sentido no que se está treinando.
O comportamental é a principal causa hoje da falta de aprendizado nas salas das organizações. 
Ai podemos destacar a dificuldade de relacionamento com superiores, falta de interesse do gestor imediato em desenvolver o seu TIME, falta de informação concreta sobre local, data e o que será treinado...dentre outros diversos que interferem diretamente no motivacional.

Assim ...não adianta métodos "milagrosos" de treinamento, workshop's, tempestades de idéias...se não há interesse do grupo operacional e gestores. 


A geração atual precisa entender e saber o sentido de um determinado conteúdo, do contrário os 20% de aprendizado que se consegue reter após uma jornada de capacitação (estudos apontam isso) se tornarão 0%.

NÃO HÁ DESENVOLVIMENTO SEM CAPACITAÇÃO, SEM PREPARAÇÃO.


5+ CONSULTORIA.
Treinamento, Desenvolvimento e Retenção de talentos.


Sou administrador de Empresas experiência em Supervisão e treinamento.
Abraços do JUCA!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

FORMAÇÃO PROFISSIONAL X JOVENS PROFISSIONAIS


 

 
O Grande desafio das empresas hoje é não somente dar insumos para "fazer" e sim fazer com que o colaborador "queira fazer" por livre e espontânea vontade.

O ensino atual pouco prepara o profissional para a vida profissional.

Pergunte-me qual escola (particular ou pública) que ensina o futuro profissional a criar um curriculum? Não há foco, não há direcionamento, isso estendo as faculdades e universidades que muito se fala e teoria e pouquíssima prática.

Eu que já ensinei matemática para 1º e 2º no supletivo CEP na pituba e ensinava a meus amigos do colégio PHD física, e matemática 1,2 e 3 na UCSAL no meu curso de ADM de Empresas em grupos de estudo, com amigos em casa ou em dia de sábado na Faculdade, vejo que nada se tem de prático para a vida por exemplo saber o limite de uma F(x) , bem como sua derivada, muito menos saber se uma equação é definida ou não em certo ponto; se o quadrado da velocidade final é determinado pelo quadrado da velocidade original somado a 2 vezes a sua aceleração e seu deslocamento, se virá algum dia para minha vida profissional.

Esses são apenas um pequeno exemplo de diversos assuntos dados em formação escolar que podem tranquilamente ser excluídos, não farão falta alguma para diversas profissões.

Assim como dito acima, as universidade onde temos alunos que leem muito pouco, "participam" também muito pouco da evolução tecnológica (muitos não sabem se quer fazer uma apresentação em PPT ou um gráfico bem feito no EXCEL), não sabem se colocar para as pessoas (e seus pais em casa também não ajudam muito) , professores que não tem um seguimento em sala, muitos se mostram totalmente desequilibrados e ainda tentam formar profissionais, tornando-se meros aplicadores de atividades e trabalhos, sem foco profissional algum e mero "decoreba" de livros ou textos....meros "repetidores de textos e livros" sem ideia e interpretação próprias.

Resultado disso? Jovens profissionais perdidos, de grande talento e capacidade, porém sem saber utilizá-la, sem foco, que chegam em uma empresa "sem saber o que é uma empresa" , um ambiente corporativo, sem interesse em desenvolver-se, sem saber o que significa a palavra hierarquia. Muitos não sabem nem como vestir-se em um ambiente corporativo.

Hoje presenciamos jovens chefes sem postura de chefe, "liderando" ou tentando liderar jovens sem direcionamento. Caos a vista. Lógico.

Não os culpo, pois escola alguma...faculdade... alguma ou pouquíssimas hoje neste pais tem de fato um programa que desenvolva com direcionamento um profissional.

Como se diz e agora é mera moda nas empresas, " é o que temos para hoje".

Um abraço de JUCA!
26/09/2013

terça-feira, 28 de maio de 2013

NINGUÉM MOTIVA NINGUÉM? SERÁ MITO OU VERDADE?

   





Recentemente assistindo a uma palestra sobre planejamento de carreira profissional no auditório Oi Contax, foi tratado um tema que nos gera interrogações.
Eu que sou especialista em vendas trabalho com treinamentos motivacionais, comportamentais e de vendas e inclusive sou pago para isso, vislumbro títulos de treinamentos como: Motivacional de vendas; Treinamento Motivacional Comportamental; Treinamento Atitudinal e afins, fico também com essa dúvida. Afinal, é possível motivar alguém?

Ai vai um texto da Sociedade Brasileira de Coaching,  única Credenciada pelo ICC (EUA). Aproveitem.

O tema motivação não deve possuir termos que generalizem sua complexidade. Para os que já possuem certo discernimento do tema, ouvir que "ninguém motiva ninguém" é natural. Sabem que motivação vem de dentro para fora, e não de fora para dentro. Porém, imagine uma pessoa extremamente leiga no assunto, que vislumbra participar de um evento motivacional, para seu desenvolvimento pessoal e profissional, ouvir essa afirmação? É perigoso demais e é possível que o indivíduo desista de participar de eventos dessa natureza. Dado o baixo índice de leitura dos brasileiros, tal verdade ficará nos recônditos do indivíduo, bloqueando sua mente de tornar positiva a experiência de receber estímulos motivacionais em cursos, palestras, treinamentos.

Os consultores, uma grande maioria palestrantes, têm empregado forças indeléveis para mostrar às pessoas que a motivação de que precisam está dentro de cada um de nós. No entanto, quando somos estimulados, a força motivadora tende a emergir do mais profundo do ser humano.




A explicação de que "ninguém motiva ninguém" é antiga, mas, friso novamente, para os que estão antenados ao tema, aos que o estudam mesmo que de maneira superficial. 
O ser humano constrói sua auto-motivação a partir da construção dos seus pensamentos. Não há como deixar de pensar. Também, não há forma de apagar o que pensamos. Pelo resto dos nossos dias ficarão armazenados todos os pensamentos, sons, imagens que, permitindo ou não, registramos em nossa mente. Uma nova técnica, a Programação Neurolinguística, vem demonstrando que é possível reeditar os pensamentos que atormentam e atrapalham a evolução dos indivíduos. Assim, ao ouvir a mensagem "ninguém motiva ninguém", e se a pessoa não for capaz de refazer o significado dessa mensagem, ficará registrado para o resto dos seus dias essa verdade.
Diferente é se o indivíduo ressignificar a mensagem, ampliando-a para o seguinte: "é verdade, ninguém motiva ninguém, porém, posso receber estímulos motivacionais de fora, que me farão, se eu permitir, aflorar minha motivação, descobrindo o que me faz agir".
Contribuir para que o ser humano seja auto-motivado é o papel daqueles que estudam tais temas. Por isso, devemos tomar muito cuidado, pois podemos e devemos estar falando com pessoas leigas. Os artigos, livros, textos não são, primeiramente, para os que já compreendem, ainda que superficialmente o tema, mas para os leigos.

Espero que todos fiquem mais tranquilos sobre o tema. Abraços JUCA (Dono do Blog).
Texto : Sociedade Brasileira de Coaching. 
http://ogerente.com.br/novo/colunas_ler.php?canal=16&canallocal=48&canalsub2=155&id=2011